quinta-feira, 4 de outubro de 2012

fritada de batata com tofú

Demorei mas cheguei, com esta receita deliciosa, prova de que é possível coisas com tofú serem gostosas!
Vi essa receita no blog Chubby Vegan testei e achei maravilhosa! Fica muito saborosa e é ótima pra quando estamos com pressa. A coisa mais demorada é cozinhar a batata, mas pra quem tem a manha de cozinhar com microondas, tira de letra.

Lá vai a receita:

Ingredientes:

- 1 batata sem casca média cozida
- 100g de tofu
- 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 10 champignons cortados ao meio
- 4 tomates uva cortados em cubos
- Salsinha a gosto
- Sal a gosto
- Pimenta moída na hora a gosto
- Óleo ou azeite de oliva para fritar

Modo de preparo:
1 . Em uma tigela, coloque a batata cozida, a farinha de trigo e o tofu. Amasse muito bem com um garfo.
2. Adicione os temperos e os acompanhamentos. Misture bem, para que os ingredientes se espalhem bem pela massa de batata e tofu.
3. Em uma frigideira anti-aderente, coloque uma quantidade generosa de óleo ou azeite de oliva e esquente bem. Adicione a massa e modele-a com a ajuda de uma espátula pão duro.
4. Deixe fritar bem, cerca de 5 minutos, de cada lado.
5. Sirva quente!

Rendimento: 1 porção grande

Obs: Como eu não tinha champignon, coloquei uns cubinhos de pimentão amarelo no lugar e, ao invés de fazer uma porção grande, dividi a massa em duas, assim fica mais fácil de virar sem quebrar. E fiz a minha na omeleteira, que é uma aquisição maravilhosa e que permite virar essas coisas sem destroçá-las! 



terça-feira, 25 de setembro de 2012

patê de azeitonas verdes com tofú

Buscando cada vez mais consumir alimentos veganos e saudáveis, resolvi comprar tofú no fim de semana. Fiz duas receitas ótimas e que foram super aprovadas, sim, tofú pode ficar delicioso! E além do mais é um alimento super rico em cálcio, ótimo para prevenir a osteoporose. A esta altura, creio que todo mundo já sabe que aquele leite de caixinha tem praticamente nutriente nenhum, depois de tanto ferver e ferver para durar bastante...Então, se você precisa de cálcio, invista no consumo desse alimento.
Bom, mas vamos a primeira receita, que inventei rapidinho, pra fazer uns sandubas e levar de lanche pro meu trabalho voluntário no fim de semana (feira de adoção de cães e gatos).
Essa receita é ótima para pique-niques e afins, pois você pode rechear o pão de forma com este patê e cortar em triângulos (isso é muito minha infância!).

Ingredientes:

- aproximadamente 350grs de tofú
- 1 vidro de 250grs de azeitonas verdes sem caroço bem escorridas
- aproximadamente 2 colheres de sopa de talos de salsinha
- uma colher de chá de oregano
- três colheres de sopa de azeite de oliva
- pimenta do reino moída a gosto

Obs. sal não é necessário pois a azeitona já é beem salgada!



Bater todos os ingredientes no liquidificador e servir. Dura até 3 dias na geladeira.
Essa quantidade dá para rechear uma pacote inteiro de pão de forma baby (aquele pacote menorzinho).
A outra receita que fiz com tofú, conto em breve ;)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

geléia de morango

Aproveitando a fartura de morangos desta época, gostaria de sugerir que não deixem de fazer esta geleia que é muito fácil e saborosa. Caso encontre morangos orgânicos, melhor ainda! Você terá uma deliciosa geleia de morangos sem agrotóxico e sem conservantes.

Ingredientes:

- usei uma caixinha de morangos esterilizados e cortados em 4 
- aproximadamente meia xícara de chá de açúcar orgânico
- gotas de limão

Coloque os morangos numa panela, de preferência com fundo grosso, esprema algumas gotas de limão sobre eles, acrescente o açúcar e ligue o fogo baixo. Mexendo sempre, deixe ferver até chegar na textura de geleia. Deixe esfriar e coloque em potinhos de vidro esterilizados com água fervente, para que a geleia dure mais.




Desejo uma doce semana a quem aqui passa ;)


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

reutilizando potes de vidro

Num post anterior, disse que costumo reutilizar tudo o que é possível. Acredito que a redução do consumo é o caminho para as coisas melhorarem, tanto para o planeta, como para as pessoas, que, ao meu ver, precisam deixar de lado essa perigosa cultura do descartável. Até porque, dessa forma, coisificamos tudo e tudo passa a ser substituível por algo mais novo e sem "defeitos", ainda que seja só até a página 2. Passado o deslumbre, tudo fica velho e ultrapassado de novo. 
Um dia desses me peguei quase comprando um novo pote para colocar o café. Quando me dei conta de que podia usar um de palmito, como faço com os outros mantimentos, foi que percebi como estamos condicionados a comprar coisas novas sem necessidade.
Assim, fica a dica, para que todos os potes de vidro sejam reutilizados. Os de palmito e conservas grandes, servem para colocar mantimentos, grãos, cereais, ervas de chá e biscoitos. Os de geleia e outras conservas pequenas, servem para acomodar os temperos ou novas geleias que você pode fazer em casa. E é assim que tenho feito lá em casa:





Outras coisas que você pode reutilizar:

Água da máquina de lavar - serve para lavar o quintal, chão da lavanderia ou lavar os panos de chão. A água do enxágue, mais limpa e com cheiro de amaciante, é ótima para ser usada no balde pra passar pano na casa, fica um cheiro delicioso.

Garrafas de suco e passata de tomate de vidro - ótimas para colocar iogurte caseiro, água e chás. Uma sugestão muito legal é fazer um chá com casca do abacaxi e canela em pau e deixar numa garrafa dessas na geladeira, fica delicioso e muito refrescante.

Saquinho de pão de papel - ótimo para escorrer batatas fritas e outras frituras.

Óleo de cozinha usado - para ele só há duas soluções: ou você faz sabão e há dezenas de receitas na internet, ou você leva a um posto de coleta de óleo de cozinha. Jogar na pia, jamais!

Arames do saquinho de pão - aqueles araminhos que fecham o saquinho do pão de fôrma são muito bons pra organizar fios de computador e afins.

Copos de requeijão - os de vidro a gente usa como copo mesmo e, os de plástico, são perfeitos para organizar parafusos e pregos.

Culinária sustentável:

Folhas e talos de couve flor, beterraba, nabo, rabanete, cenouras -  esses ingredientes costumeiramente descartados, podem e devem ser utilizados, pois são uma ótima fonte de vitaminas. Podem ser cozidos, refogados, usados em farofas, arroz e o que mais a imaginação mandar.

Arroz amanhecido - ótimo para fazer tortas e bolinhos de arroz e o que mais a imaginação mandar ;)

Isso sem falar na infinidade de coisas que se pode fazer com cascas de legumes e verduras. O Sesi costuma fornecer cursos e apostilas bem bacanas de como reaproveitar quase tudo na alimentação.

Essas são apenas algumas coisinhas que podem ser reutilizadas. Praticamente tudo pode ser reciclado, remodelado, reutilizado, basta usar a criatividade. E o que não dá para reutilizar de jeito nenhum: reciclagem! Em São Paulo por exemplo, vários bairros já possuem coleta seletiva e Ecopontos. Os Ecopontos recebem lixo reciclável, móveis, entulhos e lixo digital (eletroeletrônicos em geral).

Pilhas, baterias de celular, vidros de perfume, lâmpadas, tudo isso tem destino certo e, se você procurar na internet direitinho, vai encontrar pontos de coleta para quase tudo ;)

Um ótimo final de semana a quem passa por aqui! ;)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

miss roti (pão indiano)

Na onda das coisas indianas, que gosto cada vez mais, resolvi fazer esta receita de Miss Roti que vi no site Chubby Vegan.
É um pão bem fininho, de fazer na frigideira. Lá em casa, servi bem quentinho com azeite e ficou uma delícia. A única modificação que fiz, foi misturar tudo na massa, ao invés de colocar a cebola e as pimentas em cubinhos na hora de "fritar" o pão. Mas isso foi puro descuido, coisa de quem fez com pressa. Ah! E também sovei a massa na máquina de pão, mais fácil!
Para achar a farinha de grão de bico, pode ser na loja Bombay, ou em algum empório árabe - geralmente eles vendem essa farinha.

Bom, vamos à receita? Ela está super aprovada e vou fazer de novo com certeza!

Ingredientes:

- 2 3/4 xícaras (chá) de farinha de grão de bico (300g)
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (200g)
- 2 colheres (sopa) não muito cheias de sal (25g)
- 1 colher (chá) de gengibre fresco em brunnoise*
- 2 pimentas dedo de moça sem sementes em brunnoise*
- 1 colher (chá) de semente de cominho
- 1/2 colher (chá) de pimenta chilli em pó
- 1/2 colher (chá) de cúrcuma moída
- 2 colheres (sopa) de óleo vegetal
- 200ml de água
- 1 cebola pérola média em brunnoise*
- Cebolinha bem picada a gosto

Modo de preparo:

1. Coloque as duas farinhas em um bowl médio e misture até ficar uniforme.
2. Misture o sal, gengibre, pimenta fresca, semente de cominho, chilli em pó e cúrcuma moída, adicione aos secos.
3. Faça uma cova e adicione a água e o óleo. Trabalhe com as mãos até conseguir uma massa macia e homogênea.
4. Cubra com um pano úmido e deixe descansar por 15-20 minutos.
5. Divida a massa em 08 partes iguais.
6. Polvilhe bastante farinha de trigo no pão, dos dois lados, retire o excesso e abra um pouco a massa com o auxilio o rolo. Coloque um pouco de cebola e cebolinha no pão e abra até conseguir um disco de 15cm de diâmetro. Repita o processo até acabar a massa.
7. Esquente bem uma frigideira anti aderente e coloque o pão. Quando ele começar a secar, vire-o e doure o outro lado (cerca de 3-4 minutos cada lado).
8. Sirva quente.

Rendimento: 08 porções.
*Brunnoise: cubos de 3mmx3mm.



Essa é a foto do meu pão, mas não deixem de ver a receita original e as fotos e dicas da Nathalia. lá no site Chubby Vegan.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

sobrou arroz? tortinha de arroz integral! (:

Cada vez mais, sou adepta da culinária sustentável. Tudo lá em casa, antes de jogar fora, ou colocar para reciclagem, passa pela questão: não dá para reutilizar mesmo?
Assim, conversando com a Neny, cozinheira de mão cheia que eu adoro, juntando uma idéia aqui e outra ali, fiz esta torta de arroz integral super simples e gostosa.

Para fazer a torta, você vai precisar:

- aproximadamente duas xícaras de arroz cozido
- 1 "falso ovo" de linhaça*
- azeite a gosto
- temperos como salsa picadinha, açafrão, alho e cebola picados bem miúdo, etc.
- 1 colher de sopa de farinha de trigo
- 1/4 de xícara de leite de soja sem sabor
- tomates secos ou azeitonas picadas suficientes para rechear
- gergelim para cobertura

Bater todos os ingredientes no liquidificador ou processador, menos os ingredientes do recheio.
Untar uma forma de bolo inglês com óleo, colocar uma camada da massa, uma camada de recheio e mais uma camada de massa. Salpicar gergelim por cima e levar ao forno médio, pré aquecido, por aproximadamente 25 minutos.



O recheio pode ser aquele que tiver disponível na geladeira. Certo dia, havia um pedaço de provolone e resolvi fazer esta massa recheada com  cubinhos de provolone na forminha de cupcake. Resultou em deliciosos bolinhos de arroz assados recheados com provolone. Pena que nesse dia a câmera estava sem bateria e não deu para esperar carregar.

*Falso ovo de linhaça: 1/4 xícara de água com 2 colheres de sopa rasas de linhaça moída, misturar bem e deixar descansar por aproximadamente 10 minutos.

Obs. se não tiver leite de soja sem sabor, utilize água;

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

bolo de chocolate com nozes

Esse bolo é uma adaptação de um bolo de chocolate da minha mãe, receita bem antiga. Eu apenas tirei os ovos, coisa que não fez diferença alguma. E acrescentei nozes, damascos, maçã... Impossível não fazer modificações. 
A massa desse bolo assando, tem cheiro de Caetano Veloso cantando em inglês, mexer na maquiagem da irmã mais velha, rádio antigo tocando Leo Jaime, infância nos anos 80.
Acho incrível essa capacidade que os cheiros e sabores tem, de transportar as pessoas pelo tempo, lugares e lembranças. 

Para fazer este bolo super prático, que só usa uma tigela, uma colher e uma assadeira, você vai precisar:

1 xícara de chá de açúcar
1 1/2 xícara de chá de farinha
1/2 xícara de chá de chocolate em pó (achocolatado serve mas não fica tão bom)
1/2 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
1/2 xícara de chá de óleo
1 xícara de chá de água fervente
1 xícara de chá rasa de nozes picadas

Misture bem todos os ingredientes secos, acrescente o óleo e em seguida a água, aos poucos, misturando bem.  Por último acrescente as nozes, misture mais um pouco e leve ao forno em assadeira de bolo inglês untada com margarina e farinha. Forno pré aquecido, médio, por aproximadamente 30 minutos ou até espetar o palito e sair seco. Rende 3 a 4 porções de guloso :)


Dicas:
- para fazer o bolo numa assadeira retangular convencional (aprox. 35 x 22 cm) basta dobrar a receita.
- além de nozes, pode-se acrescentar maçã em cubinhos, damasco e noz moscada a gosto, fica uma ótima combinação.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

arroz de tomate

Esse arroz é uma coisa tão simples e tããoo gostosa! É um prato comum na família, mas a tia que fazia bem feito mesmo, o melhor arroz de tomate, me deu a dica. Infelizmente ela se foi, um pouco cedo por sinal.
Aqui vai a receita de uma quantidade pequenina, suficiente apenas para duas pessoas jantarem.

Ingredientes:

- 2 tomates maduros, sem sementes, picados em cubos
- 1 cebola pequena picada em cubinhos
- 1 folha de louro pequena
- 1 raminho de salsa
- sal a gosto
- azeite a gosto
- 1 xícara de chá rasa de arroz branco comum
- 3 a 4 xícaras de chá de água

Frite a  cebola no azeite, logo acrescente o tomate, o arroz lavado, o sal e misture bem. Coloque a água já morna ou quente e as ervas*, primeiro coloque 3 xícaras, se sentir que não cozinhou suficiente, coloque mais um pouco.
Deixe que fique cozido mas bem molhadinho, "malandrinho", como diria a tia E. Quando estiver para desligar, coloque mais um fio de azeite e misture delicadamente. Servir de imediato.


* o raminho de salsa pode ser colocado inteiro e retirado no final, junto com a folha de louro.
Obs: se os tomates não estiverem bem maduros, coloque duas colheres de sopa de um bom extrato de tomate na água do arroz ;)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

cuzcuz paulista

Mesmo quem não é lá muito fã de cuscuz de milho, pode se render a um bom cuscuz paulista.
Segundo o que aprendi, originalmente, esse prato consiste em apenas farinha de milho cozida no vapor, para ser servido em fatias com manteiga ou leite.
Mas existe essa variação, toda incrementada do cuscuz, carinhosamente chamado de Paulista. E eu fiz uma versão dele, com toque indiano: usando Ghee (manteiga clarificada) e Garam massala

No meu cuscuz usei:

- 1 cebola roxa pequena
- 3 tomates pelados com um pouco do caldo
- 3 tomates secos picados
- um punhado de milho congelado
- um punhado de ervilha congelada
- 1 xícara de palmito picado
- salsa e coentro a gosto
- sal a gosto
- pimenta vermelha em pó (aprox. meia colher café)
- garam massala (aprox meia colher chá)
- meia colher de sopa de ghee ou duas colheres de sopa de azeite
- 1 xícara de milharina
- aproximadamente 750 ml de água fervente

Primeiro ferva o milho e a ervilha congelada com um pouco de sal, escorra e reserve. Dou preferência a estes congelados por não possuirem excesso de sal e nem conservantes, como os grãos em lata. E ainda, no caso da ervilha, o sabor da congelada ganha consideravelmente da ervilha em lata. 
Numa panela grande, comece refogando a cebola com ghee ou azeite, depois acrescente os tomates pelados e o seco picadinhos, o palmito, o milho, a ervilha e os demais temperos. Vá adicionando água a este refogado para não deixar queimar. Prove o sal do refogado e comece a acrescentar a milharina devagar, mexendo sempre para não empelotar. Conforme for secando, vá adicionando água aos poucos, alternando com a milharina, até colocá-la toda e obter uma massa de aspecto cremoso e macio. Coloque em forma ou forminhas como estas que usei, de cupcake. No fundo da forminha pode-se colocar tomatinhos, pimentão em rodelas, cebolas grelhadas, ou o que a imaginação mandar para enfeitar o cuscuz.
Dentro de 10 minutos já é possível desenformar. Rendimento: 6 forminhas.



Como sou louca por pimenta, servi o meu com molho de pimenta caseiro.

O garam massala deu um sabor muito agradável ao cuscuz, vale a pena ter esse mix de temperos em casa ;)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

brusquetas de tomate e queijo

Pra quem tem esta coisa maravilhosa que é a máquina de pão (eu sempre acabo falando dela assim, não tem jeito!) e não sabe o que fazer com o pão que sobrou, eis aqui uma dica muito fácil e deliciosa. Perfeita para os dias em que se tem preguiça de preparar jantar. E assim a gente não fica comendo aquele pão por dias e dias...

Para a brusqueta você irá precisar:
- fatias de pão integral ou branco
- tomates sem sementes picados em cubos
- queijo mussarela ralado grosso ou vegarela (mussarela vegetal)
- folhas de manjericão ou orégano (pref. folhas frescas)
- azeite

Basta dispor os ingredientes em uma assadeira na ordem acima e assar até que o queijo derreta e o pão fique crocante (aprox. 20 ou 25 min). Servir com mais azeite por cima.





Aliás, falando em brusquetas, sempre lembro da imagem deliciosa do filme Julie & Julia, onde a Julie faz umas brusquetas com tomates em cima, sem queijo, uma cara ótima! Na brusqueta que ela faz, tem tomates de cores variadas e  o jeito que ela frita o pão na frigideira é muito apetitoso...
Enfim, acho esse filme bem bacana, mas algumas coisas nele me incomodam, como o momento que ela mata as lagostas.
De qualquer forma, toda blogueira-cozinheira (ou sería cozinheira-blogueira?) certamente deve se identificar um pouco com ele.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

cozinhando com laranjinhas kinkan

Todo ano, na época da laranjinha kinkan, ganho um cesto delas do meu irmão. Na primeira vez, procurei na net o que fazer com elas e descobri essa maravilhosa geleia no blog Come-se.



Receita da geleia retirada do blog Come-se:

Chimia de kinkan ou geléia de kinkan da Mariângela (com algumas pequenas modificações - preferi picar a kinkan em vez de triturar, por exemplo)

350 g de kinkan
1,5 xícara de água
150 g de açúcar
Lave bem as laranjinhas, tire a parte do cabinho e corte em quatro. Tire as sementes e embale-as numa trouxinha de pano. Pique com uma faca a polpa. Coloque a laranjinha picada, as sementes e a água numa panela de aço inoxidável. Cozinhe até ficar macia (cerca de 10 minutos). Tire a trouxinha. Junte o açúcar e deixe cozinhar, mexendo de vez em quando, até ficar cremosa.
Sirva com torradas, pão indiano ou o que a imaginação mandar.


E com algumas kinkan que sobraram inventei de fazer esse chá. Ficou simplesmente delicioso!

Chá para duas pessoas:

- 2 canecas bem cheias de água
- 5 kinkan em rodelas finas
- 1 fatia fina de gengibre
- 1 canela em pau

Levar todos os ingredientes ao fogo e deixar ferver por 3 minutos aproximadamente (preferência em chaleira com tampa).

E além de gostoso fica bonito! Caso tire os carocinhos da laranja como eu fiz, nem precisa coar, pode deixar umas rodelinhas na xícara para decorar.

E graças a esta safra de laranjinha kinkan e meu novo brinquedo (uma Canon EOS 1100D) o blog acaba de ganhar cara nova ;)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

assado de abóbora e palmito gratinado

No último domingo, estava com um cesto enorme de laranjinhas kinkan pra descaroçar e fazer geléia. Eis que pensei em fazer algo rápido. Como no sábado fui até a Praça Benedito Calixto e comprei um molho pesto artesanal, a ideia inicial era macarrão com molho pesto, que é bem rápido, saladinha de tomate tipo "carpacio" e alguma coisa com meia abóbora japonesa e um palmito in natura que estava na geladeira...

Preparo dos legumes (abóbora e palmito):
Pra começar, cortei cerca de metade da metade da abóbora em cubos, salpiquei sal e azeite temperado com ervas (coisa que sobrou de uma conserva de berinjela e é ótimo para cozinhar) e levei ao forno coberta com papel alumínio até ficar macia (uns 25 minutos). Enquanto isso, cozinhei na pressão um pedaço de palmito pupunha in natura que ganhei, piquei e coloquei sobre a "caminha" de abóbora já assada. Temperei com mais azeite, ervas, pimenta moída na hora, uma pitada de garam masala (tempero indiano) e cobri com molho branco.

Para fazer o molho branco, usei:
- aprox. 1/2 litro de "leite" de soja sem sabor
- duas colheres de sopa de farinha de trigo
- meia cebola picada bem miúdo
- duas colheres de sopa rasas de manteiga
- sal, pimenta do reino e noz moscada moída na hora

Derreta a manteiga, acrescente a farinha, mexendo bem até formar um creme. Vá colocando o "leite" de soja aos poucos, incorporando-o a esse creme, mexendo sempre para não empelotar. Quando estiver com aspecto cremoso e uniforme, desligue o fogo e tempere com sal, pimentas e noz moscada moída na hora (faz bastante diferença ser na hora).
Coloque sobre os legumes pré-assados e temperados. Leve ao forno para gratinar.

Neste caso, tinha um restinho de queijo parmesão ralado e coloquei por cima para dar esse aspecto dourado e a casquinha ficar levemente salgada. Mas pode-se usar vegarela no lugar.

Esta ideia pode ser feita com vários tipos de legumes. Basta assá-los previamente com azeite, sal e ervas a gosto e depois retirar o papel alumínio e colocar o molho branco, que pode ser vegetal e ser delicioso. Inclusive, não lembrei disso no dia, mas acho que ficaria ótimo aromatizar o "leite" de soja com louro e cebola, como no molho Bechamel tradicional. ;)






terça-feira, 7 de agosto de 2012

doce de banana assada com farofa de nozes

Já que estou na onda dos doces leves, lá venho eu com mais uma dica simples e gostosa. Vi num livro de receitas antigo, algo parecido, só que com muito mais farinha e açúcar, devería ficar tipo uma torta. Foi então que resolvi fazer esta versão:

- banana suficiente para duas camadas
- um punhado de nozes bem picadinhas
- 2 colheres de sopa rasas de açúcar
- 1 colher de sopa de farinha de trigo (ou mandioca crua)
- 1 colher de chá de canela em pó
- 1/2 vidro de leite de côco

Para estes 4 refratários pequenos, usei 5 bananas médias cortadas em rodelas.
Unte o fundo de cada refratário com creme vegetal. Depois, forre com uma camada de bananas. Com os ingredientes secos, faça uma farofa doce, misturando-os bem. Coloque uma camada da farofa sobre as bananas e, por cima dessa farofa, mais uma camada de bananas, depois mais uma de farofa. Ou seja: duas camadas de bananas duas de farofa. Regue com leite de côco e leve ao forno pré aquecido em temperatura média. Fica bom servido quente ou frio.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

maçã assada crocante

Na onda das sobremesas leves, inventei essa maçã, baseada em uma que vi num livreto de receitas. Na verdade li a receita faz um tempão, dia desses resolvi fazer e não achei a receita, então inventei esta, que deve ser parecida. Sabe quando dá aquela vontade de um doce a noite, depois do jantar, pra comer no sofá? Foi assim que olhei para as maçãs na fruteira e fiz esse doce. Para variar, fiz meio no olhômetro, mas vou tentar colocar aqui uma medida aproximada:

- 2 maçãs com casca cortadas em cubinhos
- 1 fatia de limão
- 1 colher de sopa de açúcar
- 1 colher de chá de canela em pó
- meia colher de sopa de farinha de trigo
- meia colher de sopa de aveia em flocos finos
- uma colher de sopa de granola (opcional)
- um punhado de nozes picadas 

Corte a maçã em cubinhos e coloque numa forma pequena (usei a de bolo inglês, de teflon). Esprema algumas gotas de limão sobre as maçãs e reserve. Faça uma farofa com todos os outros ingredientes e espalhe por cima das maçãs. Leve ao forno pré aquecido, temperatura média, por aproximadamente 15 minutos. 

Dica: eu não untei a forma mas, na metade do tempo, coloquei umas 2 a 3 colheres de sopa de água nos cantinhos da forma. Porque a maçã gruda um pouco no fundo da forma, mas eu deixo grudar de propósito, fica uma delícia raspar o "queimadinho" e misturar com a maçã. Caso prefira sem "queimadinho", creio que resolve-se untando a forma com manteiga.


terça-feira, 17 de julho de 2012

pudim de iogurte

Com certeza minha mais nova, viciante e deliciosa descoberta é essa: pudim de iogurte!
Além de tudo é uma receita fácil, suja poucos utensílios e é deliciosa, tem grandes chances de agradar a muita gente! Valeu Sati!
A primeira vez que comi algo assim, foi num restaurante indiano, era com calda de frutas vermelhas. Delicioso!

Para fazer este pudim, você vai precisar de:
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata e meia de iogurte natural integral (3 potinhos de 200 gramas)

Pré aqueça o forno em temperatura alta. Bata bem todos os ingredientes no liquidificador e coloque em forma untada com margarina sem sal. Abaixe o forno para temperatura média. Asse o pudim por 15 minutos. Não deixe passar disso, se necessário, usar um timer que apite na hora de desligar. Retire do forno para esfriar imediatamente e, após frio, leve a geladeira.

Obs.: no momento de desenformar, coloquei uns 10 minutos no congelador, pra ficar parecendo sorvete.

Cobri com uma geléia de maracujá orgânica que tinha em casa e acho que combinou muito bem.
Mas pode-se fazer uma calda com a fruta que desejar. Pode ser uma calda com morangos, framboesas ou até mesmo calda feita com a polpa de maracujá. Basta colocar a fruta picadinha com um pouco de açúcar orgânico na panela e deixar apurar até o ponto de calda. Creio que, uma xícara de fruta picadinha, com duas colheres de sopa de açúcar orgânico e umas 4 colheres de sopa de água dão uma boa calda. No caso de usar morangos, coloque umas gotinhas de limão também.


Dica: esse é o tipo de pudim que acaba na hora, impossível comer um só pedaço! Então, se você tem muitos convidados ou família grande, sugiro duplicar a receita!  

terça-feira, 10 de julho de 2012

purê de abóbora assada

Mais uma semana começa e, de jeito melhor, não poderia ser! 
E para o almoço deste feriado delicioso, nesta segunda feira, fiz um purê de abóbora assada inspirado na receita dessa sopa aqui.
Essa abóbora ficou com uma textura tão agradável e o cheiro ficou maravilhoso!
Para fazê-la, retirei as sementes do miolo, coloquei dentro uma pequena cebola com casca e cortada em pedaços. Coloquei também, meia cabeça de alho com casca e tudo, levemente amassados (para soltar o aroma). Reguei com azeite, um pouco de shoyu e acrescentei dois raminhos de alecrim. Em seguida assei em forno médio pra forte por 50 minutos. Acontece que não coloquei papel alumínio e, por experiência própria, se vai querer comer o alho assado e a cebola, acredite, é importante usar papel alumínio ao menos na primeira meia hora de forno. Os meus ficaram meio crus, tanto alho como a cebola.
No meu caso, resolvi raspar a abóbora da casca e comer feito purê mesmo. Pra finalizar, temperei com mais um pouco de azeite e pimenta moída na hora.





Para acompanhar, fiz farofa de pinhão e talos de couve flor, arroz integral, soja ensopada com folhas de couve flor e legumes.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

ideias rápidas e leves para o jantar

Nada como um fogão potente, com uma boca grande no meio e um forno superpoderoso, ou melhor ainda, dois fornos! Comprei este fogão que namorava há tempos, com dois fornos, sendo o de cima pequenino, para coisas menores e mais rápidas e, o de baixo, um forno normal. Simplesmente muito bom!
Detalhe: comprei via internet e nem me importei com as dimensões do fogão... Quando ele chegou, mais parecia a chegada de uma nave espacial, todo moderno e grande, quase não passava no meu corredor! Por isso, se for comprar um eletrodoméstico via internet, procure atentar-se a este importante detalhe: o tamanho! 
Enfim, estou amando o fogão, mesmo ele sendo um pouquinho alto para meus 1,53 m de altura... É que o fato de ter dois fornos, o faz um pouco mais alto que um fogão comum, acho que é por isso.



Percebi que com esse fogão fica mais fácil preparar coisas rápidas e já fiz jantar em 30 minutos por dois dias consecutivos. Isso porque a boca grande do meio, ferve a água muito rápido e as outras bocas e fornos também são poderosos. Vou contar aqui pra vocês um pouco do que ando cozinhando...

Idéia para o jantar nº 1  - Quinua acebolada, omelete e legumes grelhados servidos com molho para churrasco vegetariano 

Aqui eu fiz uma coisa que estou adorando no momento: quinua cozida. Com ela pode-se fazer um tipo de cuzcuz marroquino ou simplesmente acebolada como fiz aqui. Basta cozinhar o grão de quinua por 8 minutos, escorrer e fazer um refogado com aquilo que se quer misturar (cebola, pimentão, tirinhas de abobrinha, berinjela, etc). Nesta aqui coloquei cebola frita com azeite, salsinha fresca picadinha e uma boa pitada de Garam Masala (tempero indiano encontrado no mercado municipal). Para acompanhar, fiz uma omelete simples de ovos caipiras, com margarina, sal, cebolinha e um pouco de pimenta moída. Fiz também berinjelas sem a casca e tomatinhos picolo grelhados (na frigideira com um fio de azeite e sal) servidos com o molho que aprendi com a Pri, do blog Peripécias na cozinha.

Idéia para o jantar nº 2: Shimeji na manteiga, batatas rústicas assadas e couve refogada com tomate picolo, azeitonas e cebolas.


Lave em peneira e água corrente o shimeji, que deve ser fresco. Corte como se corta a couve flor, separando um pouco os raminhos e descartando a ponta. Derreta um pouco de margarina ou manteiga (usei meia colher de sopa para uma bandeja pequena de shimeji), coloque os cogumelos na manteiga derretida, acrescente um pouco de shoyu ligth e deixe cozinhar os cogumelos com a panela tampada. Quando estiverem macios, destampe a panela para secar um pouco e acrescente cebolinha fresca picadinha no momento de servir.
Para as batatas, lave-as bem, seque com um pano e corte em 4 pedaços sem retirar a casca. Coloque em uma assadeira, regue com azeite e tempere a gosto. Nestas batatas coloquei mostarda em pó, pimenta e cominho moídos na hora, cebolinha e outras ervas desidratadas. Tampe com papel alumínio e leve ao forno quente por 25 minutos. Retire o papel alumínio e deixe mais 5 minutos para dourar um pouco. Caso seu forno seja menos potente, espete um garfo e veja se realmente estão macias aos 25 minutos. A couve foi fervida rapidamente com as folhas inteiras em água, sal e uma pitada de bicarbonato (para mantê-las bem verdinhas). Depois fiz um refogado com azeite, cebola em tirinhas, tomates picolo cortados ao meio e azeitonas verdes. Escorri bem a couve, cortei-a em pedaços grandes e juntei ao refogado com mais um fio de azeite por cima.







 Dicas:

-coloque alhos inteiros e com casca para assar junto com as batatas, eles ficam deliciosos assados assim! Apenas dê uma leve pressionada neles com a lateral de uma faca para que soltem o seu aroma nas batatas.

 -a couve cortada depois de cozida perde menos propriedades na água. 

-esse refogado de couve que sobra, fica ótimo para rechear uma torta de liquidificador no dia seguinte. Dica de massa fácil que costumo usar: aqui

-encontrei esse shimeji branco para comprar no mercado e achei menos forte que o escuro ;)

Bom é isso aí, se fizer algo, me conta!

Até a próxima comilança!

terça-feira, 3 de julho de 2012

pimentão recheado (vegano)

Um dia desses me deu uma vontade louca de comer pimentão recheado. Só que, na lembrança da minha infância, minha mãe recheava com carne e tapava o buraquinho com pão amanhecido, depois fritava. Eu simplesmente amava a crocância desse pão frito segurando o recheio do pimentão... E o cheiro incrível do pimentão frito pela casa?
Como sou um desastre com frituras e prefiro mesmo evitá-las, resolvi fazer um pimentão recheado assado e vegetariano. Foi então que fiz um refogado com proteína de soja texturizada, um purê de mandioquinha e usei os dois pra rechear os pimentões.
A proteína de soja eu hidratei com caldo de legumes, refoguei com cebola, azeite e salsinha. Coloquei um pouco de pimenta moída na hora e reservei. Fiz um purê de mandioquinha temperado com noz moscada (acho que ela combina muito com a mandioquinha) azeite e um pouco da água do cozimento (ao invés de leite). Retirei a parte do pimentão onde ficam as sementes, coloquei dentro um pouco de purê, um pouco de proteína de soja e mais um pouco de purê. Fechei com o pão amanhecido e levei ao forno. Na metade do tempo, virei os pimentões. O tempo vai depender muito do forno. Nesse dia meu fogão novo ainda não tinha chegado, o forno antigo era muito lento, deve ter levado bem mais de 30 min. Penso que se o forno for bom, 15 minutos de cada lado já deve assar os pimentões.
Aqui usei pimentão orgânico. Estou procurando comer os pimentões e tomates orgânicos sempre que possível, eles são os vegetais campeões de agrotóxico.






Quem tiver restos de legumes cozidos na geladeira, também pode usá-los para rechear, basta temperar um pouco mais, acrescentar algo, até mesmo um arroz amanhecido e rechear os pimentões.
Tomara que gostem da idéia, até breve!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

risoto de funghi e cuzcuz de quinua

Acho que já contei aqui, achei um funghi sechi argentino, muito do bom, no mercado municipal!
Sendo assim, num domingo desses, resolvi fazer um risoto de funghi com arroz cateto integral e uma espécie de cuzcuz de quinua que inventei.
Para o risoto, segui a receita quase tradicional, que se parece com esta AQUI
Porém, troquei o arroz arbóreo por arroz cateto integral e o caldo que usei foi o de legumes industrializado.
Aliás, em breve quero fazer a experiência do caldo de legumes caseiro, deve ser muitas vezes melhor! E sem contar que não contém sal.
Também não usei o parmesão que vai na receita da Maria Rita, o funghi em si já tem um sabor muito peculiar e forte, preferi deixar o parmesão de fora.

E para o cuzcuz de quinua, fiz o seguinte:

Cozinhei a quinua em água, sal e um fio de azeite por aproximadamente 8 minutos.
Fritei abóbrinha e pimentão vermelho, cortados em tirinhas, com um fio de azeite e um pouco de alho espremido. Deixei dourar bem, dar aquela tostadinha nos legumes no fundo da panela e pronto. Escorri bem a quinua, misturei com os legumes, salpiquei salsinha, uma pitada de garam masala (tempero indiano) e mix de pimentas moídas na hora. Mais um fio de azeite e pronto!

Aqui está uma refeição nutritiva, leve e com um ar especial:








As cobaias da vez aprovaram!

Bom apetite!


quarta-feira, 20 de junho de 2012

baião de dois (lactovegetariano)

Depois de longo tempo sem aparecer, eis a dúvida: começar por onde?
Na vida em geral, nunca se sabe exatamente por onde começar e nem mesmo onde é que a gente vai parar, sendo assim, deixemos que as coisas aconteçam como tiverem que acontecer. Olhando as fotos das comidas que fiz, me vieram à cabeça, coisas que eu queria dizer sobre o baião de dois.
Dia desses estava passando pela Av. Jabaquara, quando avistei um carrinho de mão cheio de feijão que, segundo dizia a plaquinha de papelão, era feijão de corda! Sendo eu uma louca por feijão, comprei uma bacia na hora, com direito a uma pimenta dedo de moça de brinde.
Lá vou eu cozinhar o feijão, toda feliz! Eis que, depois de cozido, o feijão, que tinha aspecto esverdeado, ficou branco e com a maior cara de feijão fradinho! Fui enganada, a paulista que não sabe conhecer um feijão de corda!
Depois disso, uma nordestina me disse que algumas pessoas chamam o feijão fradinho de feijão verde e que ele, depois de um tempo no pé, fica meio marrom, aí sim ele vira feijão de corda. 
Também escutei uma versão de que eles molham o feijão fradinho e fazem algo pra ele ficar esverdeado e parecer feijão de corda fresco.
Não tenho a menor idéia do que está certo de fato, mas o caso é que pensei seriamente em ir até o sujeito e dar-lhe umas boas bolsadas por ter me enganado com o feijão. Imaginem só a cena: "você me vendeu esse feijão errado, seu safado, vai apanhar aqui mesmo!"

Vamos ao baião de dois (que fica bom com feijão fradinho, carioca e de corda):

Ingredientes:

-feijão cozido (usei aprox. 1 copo)
-arroz crú (usei aprox. 2 copos)
-ramos de coentro a gosto
-um pedaço de queijo coalho em cubos (aprox. 200 g)
-1 cebola média
-sal a gosto
-azeite
-pimenta a gosto

Primeiro lave e cozinhe o feijão. Reserve. Em uma panela, coloque a cebola picadinha e refogue com o azeite. Junte o arroz lavado e frite um pouco sem deixar queimar. Acrescente o feijão cozido com a água. Observe se há o dobro de água em relação ao volume de arroz, se necessário coloque mais água quente. Na dúvida, para não deixar o arroz empapado, deixe uma chaleira de água quente ao lado e vá colocando aos poucos.
Acrescente sal a gosto, pimenta do reino moída ou dedo de moça picadinha e sem semente, galhinhos de coentro para aromatizar e deixe cozinhar. Quando o arroz estiver quase cozido, mas ainda com um pouco de água, é hora de misturar os cubinhos de queijo coalho.
Sirva com cebolinha picada por cima e Bom apetite!
Nesse dia fiz um simples quiabo refogado e farofa de farinha de mandioca com banana para acompanhar. Além de uma saladinha verde. 
Minhas cobaias comeram bem, acho que gostaram!




Os ingredientes acima são aproximados, como faço tudo "a olho", fica difícil dizer exatamente as quantidades. Mas se você sabe cozinhar um pouco, consegue fazer numa boa, essa receita é muito fácil e prática.

Farofa de banana:

2 bananas nanicas (nem verdes e nem maduras demais) cortadas de comprido e depois em rodelas.
2 colheres de sopa de margarina
farinha de mandioca torrada a gosto

Frite as bananas na margarina rapidamente, acrescente aproximadamente 1 xícara (rasa) de farinha de mandioca torrada e misture bem. Deixe que a farinha fique um pouco tostada e então desligue. Simples e fica uma delícia, ótima para acompanhar pratos com feijão, combina muito bem.



quarta-feira, 2 de maio de 2012

Soufflé au Fromage (suflê de queijo)

Apesar da minha busca por alimentos mais saudáveis e próximos de uma dieta vegana, uma visita ao mercado municipal rendeu um pedacinho de queijo gruyére. Foi então que parti para essa receita (não encontrei a autoria exata da receita, mas se alguém souber, basta me enviar o link que colocarei os devidos créditos).

Usei ovos orgânicos caipira e acho que também dá para substituir metade do leite por leite de soja sem sabor. Já fiz molho branco com leite de soja e ficou muito bom.
Uma coisa que amei nessa receita, foi o molho ser aromatizado com cravo, louro e cebola. Ficou fantástico e pode ser usado para massas em geral.
Espero que gostem dessa receita que ficou charmosa para servir e muito saborosa. Juro que não ficou com sabor de ovo.
Então, vamos à receita:

Ingredientes
150g de queijo Gruyère
6 ovos
4 colheres de sopa de manteiga
4 colheres de sopa de farinha de trigo
1/2 litro de leite
Sal a gosto
Noz Moscada a gosto
Pimenta fresca a gosto
Ervas frescas a gosto
Queijo Parmesão a gosto
Meia cebola
1 folha de louro
4 cravos

Preparo
Agora você vai aprender um bicho-papão da culinária: o Sufflé. É fácil, basta prestar atenção a alguns detalhes. Confira.
Para preparar esta receita, comece com a Cebola Pique:
Coloque a folha de louro sobre a superfície da cebola, pelo lado de fora.
Espete os cravos fixando o louro na cebola, como se fossem preguinhos.
Em uma panela despeje o leite e coloque a cebola dentro.
Deixe alguns minutos em fogo baixo para aromatizar o leite.
Enquanto isso, comece a preparar o Creme Bechamel:
Em outra panela sobre fogo baixo, derreta a manteiga sem deixá-la escurecer.
Adicione a farinha mexendo bastante com um batedor de arame (fouet) para dissolver bem.
Despeje aos poucos o leite aromatizado pela Cebola Piquet (não despeje a cebola, apenas o leite).
Tempere com sal, pimenta, e noz moscada a gosto.
Quando esta mistura estiver com uma consistência cremosa (aproximadamente 10 a 12 minutos de cozimento), retire do fogo e reserve.
Feito isso, separe as gemas dos ovos, e bata as claras em neve durante 3 ou 4 minutos.
Dica: adicione uma pitada de SAL para ajudar a firmar mais rápido.
Em um bowl ou tigela grande, misture o Creme Bechamel com o Queijo Gruyère ralado e mexa bem.
Acrescente 6 gemas e continue mexendo bastante.
Adicione as claras em neve. Atenção: sempre coloque as claras em neve nas misturas, nunca o contrário.
Agora mexa com delicadeza. A mistura não vai ficar uniforme, aliás misture, não bata. Tem de ser irregular mesmo, essa será sua consistência ideal.
O grande segredo para um bom Souflè é justamente manter os flocos da clara em neve na mistura.
O próximo passo é ir para o forno:
Pré aqueça o forno a 180º.
Unte as forminhas ou potes refratários, preencha com o Souflè, e jogue um pouco de parmesão por cima para gratinar.
Coloque o Souflè no forno, aumente a temperatura para 200ºC e deixe lá por 10 a 12 minutos.
Retire, decore com ervas frescas.
Voilà! O próximo passo é se deliciar com esta maravilha da cozinha francesa.

Ps. o meu forno deve ser um tanto fraco pois os 20 minutos viraram quase 40 minutos. O importante é chegar numa cor dourada, portanto, procure guiar-se pela cor ;)





 O souflè cresce bastante quando está no forno, aqui eu fiquei sem bateria na câmera e acabei tirando a foto final dele já depois de esfriar e murchar. O ideal é que o souflè seja servido assim que sair do forno.

quarta-feira, 21 de março de 2012

tofú mexido

Mais uma vez, aprendi com a Neny, minha cozinheira inspiradora, uma coisa ótima pra se fazer com tofú. Só ela mesma pra fazer esse alimento tão sem sabor, ficar delicioso! Aliás, combina muito bem com arroz, feijão e uma saladinha. Fica uma delícia!

Nesta receita para duas pessoas, eu usei:

-uma cebola pequena em rodelas finas
-6 pimentas cambuci em rodelas
-1 tomate em cubinhos
- meio tofú pequeno 
- salsinha a gosto
- curry e açafrão a gosto
- sal e pimenta a gosto
- azeite para refogar

Basta fazer um refogado com os três primeiros ingredientes, depois acrescentar o tofú previamente amassado com garfo, temperar com o curry, açafrão, salsinha, pimenta e o sal. Misturar bem para que todo o tofú fique amarelo e absorva bem os condimentos. Deixar secar um pouco e desligar. Isso tudo leva no máximo 10 minutos no fogo.
Ps. a pimenta cambuci pode ser substituida por pimentão, o importante é usar algum legume dessa família, já que eles dão bastante gosto ao tofú. O curry também faz toda a diferença, não deixe de usá-lo ;)

segunda-feira, 19 de março de 2012

massa "podre" integral rápida e fácil para torta doce, salgada ou quiche

Já faz um tempinho que aprendi com a Neny, do restaurante vegetariano Eden*, essa espécie de massa podre que serve pra fazer quiches, tortas salgadas, tortas doces e até mesmo cheese cake. É uma massa super versátil e muito fácil de trabalhar.

Ingredientes:
- 1 copo americano de farinha de trigo integral;
- 1/2 copo americano de farinha de trigo branca;
- 1/2 copo americano de farelo de trigo ou aveia ou gérmen de trigo;
- 1/2 copo americano de água morna;
- 1/2 copo americano de óleo de soja ou outro a gosto;

Colocar tudo em um recipiente largo e amassar bem com as mãos até obter uma massa homogênea. Forrar com a massa uma forma de fundo removível ou um refratário que possa ir à mesa. Moldar uma pequena borda nas laterais que possa segurar o recheio escolhido. 



Em seguida, leve em forno baixo pré aquecido por cerca de 15 minutos para a massar secar um pouquinho.
Enquanto isso é só ir preparando o recheio desejado. Eu usei um tofú pequeno, refogado com um maço de espinafre, uma cebola média, um alho poró, azeite, açafrão in natura** ralado, pimenta moída na hora. Fiz um grande refogado e coloquei por cima da massa após os 15 minutos de forno. Cobri com queijo ralado e levei ao forno novamente para gratinar. Desta vez, usei o forno médio.

Outros recheios que ficam muito bem com essa massa são: ricota com tomate seco, ricota com azeitonas pretas, alho poró com creme bechamel, enfim, o que a imaginação quiser e o que tiver na geladeira. Eu queria usar um tofú que comprei e resolvi fazer assim. O tofú é bem rico em cálcio, vale muito a pena fazer um esforço para colocar esse item no cardápio:


"O Tofú é uma excelente fonte de cálcio, um mineral essencial para a construção e manutenção dos ossos e dentes. É também rico em outros minerais, como o ferro, o fósforo e o sódio e, ainda, em vitaminas do complexo B e vitamina E." - Fonte aqui.

Versão doce

Para fazer o cheese cake, basta amassar uma ricota com o garfo, misturar a ela uma lata de leite condensado e usar como recheio. Neste caso você assa a massa totalmente primeiro, deixa esfriar e aí coloca o recheio de ricota com leite condensado. Pra finalizar, é só colocar um vidro de uma boa geléia de frutas vermelhas por cima. Fica muito bom e é bem fácil de fazer.

* Restaurante Eden - Av. Jabaquara, 1469 - Loja 46 - Saúde - SP - Informações: (11) 2578-4981

** Esse açafrão eu achei ontem num lugar bem legal que se chama Quintal dos orgânicos e fica na Vila Madalena-SP. Esse lugar serve umas saladas e comidinhas, além de vender bastante ítens orgânicos. Adorei ter ido lá, mas os preços são um pouco mais caros que os do O Bom Verdureiro.
Amei essa experiência com açafrão que não aquele em pó. Mas devo dizer que manchei minha torneira de água quente (que é branca) meu pano de prato e minhas cutículas... Muito cuidado: açafrão é um corante natural que funciona muito bem, as coisas ficam beeem amarelas.




terça-feira, 13 de março de 2012

como preparar proteína de soja

Há quem diga, que a proteína de soja texturizada, essa que parece com carne moída, não é das coisas mais saudáveis como se pensava. O ideal mesmo, é consumir a soja em grão, pois a texturizada já passou por muitos processos e, no caso da proteína escura, ainda existe o agravante de conter corante.
Mas é como eu sempre digo: nem tudo pode ser perfeito, não dá pra ser 100% saudável nessa vida. E, no meu caso, o interesse em ser vegetariana é mesmo pelos animais e não por obsessão pela saúde perfeita.

Vou contar como eu gosto da proteína de soja, ou "carne moída de soja":

Ingredientes:
- 1 xícara de proteína texturizada de soja escura;
- 1/2 litro de água morna com 1/2 cubo de caldo de legumes ou caldo de legumes caseiro;
- 1 cebola pequena picadinha;
- 1 dente de alho amassado;
- 1/2 alho poró cortado bem fininho;
-  molho inglês a gosto;
-  pimenta moída na hora;
- salsinha a gosto;
- azeite;

Deixar hidratar a proteína de soja no caldo de legumes por cerca de 10 minutos. Em seguida, colocar em uma peneira e espremer com as mãos até tirar bem a água. Fritar a cebola, o alho poró e o alho no azeite, colocar a soja espremida, os demais temperos, verificar o sal (o caldo de legumes já possui sal). O molho inglês e a salsinha fazem toda a diferença. 
Caso queira incrementar mais, pode-se colocar pimentão picadinho e tomate na hora de fritar os temperos. Lembre-se que a "carne" de soja não tem sabor, você fará com que se torne gostosa através dos ingredientes que usará no refogado.



Aqui eu misturei um pouco de vagem japonesa levemente cozida na soja. Você pode fazer com quiabo, berinjela, abobrinha, etc. Servi com purê de batata doce e cará temperado com azeite e noz moscada.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

para Pri, do blog Peripécias na cozinha: antepasto de berinjela

No dia do pão de cebola, comentei aqui, que fizemos também um antepasto de berinjela pra comer com pão. Aí a Pri, do blog Peripécias na cozinha, que faz receitas inspiradoras, perguntou a receita. Como essa é uma coisa que faço "a olho", vou tentar transcrever o melhor possível:

Ingredientes:

- 2 berinjelas médias
- 1 pimentão grande amarelo ou vermelho
- 2 cebolas médias
- 4 a 5 colheres de sopa de shoyu
- 1 colher de sopa de mel
- ervas como tomilho, manjericão e orégano.
- pimenta moída na hora
- azeite a gosto

Corta-se tudo em cubinhos e coloca-se em uma assadeira, berinjela por baixo, pimentão e cebola por cima. Regar com o azeite, o mel, o shoyu e os demais temperos. No caso das ervas, como eu tenho horta em vasos, costumo colocar os raminhos inteiros e depois tirá-los na hora de servir. Mas pode-se usar os temperos que se compram em frasquinhos mesmo. 
A garantia de sucesso é a combinação de mel e shoyu (lembre que o shoyu já tem sal, não é preciso salgar mais). Deixar no forno médio tampada com papel alumínio por 20 minutos. Tirar o papel alumínio, mexer tudo com uma colher e colocar novamente no forno por mais 20 minutos, pra secar o excesso de água que a berinjela solta. Se desejar, pode colocar mais um pouco de azeite.
Fica bem bacana servir com pão árabe ou então aqueles barquinhos que colocavam salada de maionese antigamente, lembra?

Colocando em um pote bem fechado, dura uma semana ou mais na geladeira.



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

cozinhando com amigos: o verdadeiro moussaka

E foi assim mais um final de semana gastronômico lá em casa: cozinhando com amigas o verdadeiro Moussaka. Na verdade foi a vez da Tamy cozinhar. A minha parte foi preparar a "carne" de soja para substituir pela carne de vaca que vai, originalmente, na receita. Neste caso, usei duas xícaras de proteína texturizada de soja escura, hidratadas com o caldo de legumes diluído em água, folhas de louro e raminhos de salsa. Deixei cerca de 20 minutos, depois joguei numa peneira, apertei bem pra sair a água e pronto. Refoguei com os temperos da receita normalmente.

Aqui vai a receita original:

Moussaka
Ingredientes:
- 4 batatas grandes cozidas e fatiadas (fatias finas)
- 2 berinjelas grandes fatiadas (fatias finas)
- azeite extra-virgem à vontade
- 1/2 quilo de carne moída sem gordura (substituímos por 2 xícaras de proteína texturizada de soja)
- sal e pimenta do reino a gosto
- 1 cebola média picada
- 4 dentes de alho picados
- 2 colheres de sopa de salsinha picada
- 1/2 colher de sopa de canela em pó
- 1 tablete de caldo de carne
- 400gr de catupiry
- 2 ovos
- 1 xícara de leite desnatado
- 250gr de queijo parmesão ralado

Modo de fazer:
- deixe a berinjela fatiada de molho na água
- refogue a cebola e o alho no azeite morno
Quando estiver bem quente, coloque a carne, o sal, a pimenta, a canela, o louro e o caldo de carne. depois, quando estiver tudo bem misturado e a carne cozida, desligue o fogo, acrescente a salsinha e reserve.
Unte um refratário fundo (daqueles tipo Marinex, que pode ir ao forno) com azeite, coloque uma camada de batata, cubra com uma camada média de catupiry, uma camada de carne e finalizando uma camada de berinjela. Vá fazendo as camadas até sobrar uns 2 cm para a borda do refratário. Não precisa fazer "cimentcola" com a batata/carne/berinjela, se sobrarem um espaços vazios, pode deixar.
Misture os 2 ovos, o leite e 50gr de queijo parmesão ralado. Com delicadeza, despeje essa mistura por cima das camadas (a mistura vai preencher os "vazios").
Depois, polvilhe tudo com queijo ralado restante (200gr), e coloque para assar em forno médio, até gratinar o queijo.




Cozinhar e comer com amigos é uma das coisas mais prazerosas pra mim. Obrigada, minhas queridas, por esse jantar delicioso!

Não resta sombra de dúvida que esta receita foi aprovada por todas e, com certeza, será feita novamente :)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

pão overdose de cebolas

Há muito tempo atrás, salvei essa receita no meu computador e não lembro de onde ela veio. O fato é que finalmente fiz esse pão delicioso com a ajuda da 7ª maravilha do mundo doméstico: a máquina de pão. Ela sovou a massa e lá mesmo a massa ficou a descansar em temperatura ideal para o crescimento. O resultado foi uma massa extremamente macia e ótima de trabalhar com o rolo. Fiz esse pão para receber alguns amigos. Não sobrou nenhum pedacinho pra contar a história, ainda bem que deu tempo de fotografar!

Lero lero a parte, a receita do pão é a seguinte:

Massa

500 g de farinha de trigo (aproximadamente)
1 cebola média picada
200 ml de leite morno
100 ml de manteiga derretida
2 ovos pequenos
1 colher sobremesa rasa de sal
1 colher de sopa de açúcar
1 colher (sopa) fermento biológico seco

Bata no liquidificador a cebola com o leite, o óleo, ovos, sal e açúcar. Numa tigela coloque metade da farinha e o fermento granulado. Junte o liquido batido e vá  misturando bem. Acrescente farinha aos poucos, sovando bem a massa, até que desgrude das mãos. Cubra com um guardanapo e deixe fermentar.
(Ou coloque na máquina de fazer pão a farinha, o fermento e o líquido e deixa na função massa e descansar).

Enquanto isso pique 3 cebolas grandes e refogue em 2 colheres de sopa de manteiga, até que fiquem douradas. salgue e reserve.
Abra a massa como um retângulo e espalhe a cebola frita e fria. Se gostar espalhe também um pouco de requeijão firme (eu usei). Enrole como um rocambole.
Fatie o rocambole e vá colocando numa assadeira untada e enfarinhada, intercalando a posição das fatias.
Deixe fermentar novamente em local protegido de correntes de vento. Pincele com gema misturada com shoyu e leve ao forno até dourar.










Desta vez, segui a receita praticamente à risca. Com pães eu não costumo me aventurar nas substituições. A única coisa que não fiz foi pincelar o ovo com shoyu, preferi usar azeite mesmo. Aliás preciso de um pincel, tive que fazer isso com a parte de trás da colher...

Na festinha teve também um antepasto de berinjela e patê de azeitona preta com ricota.


Espero que tenham gostado! ;)